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Seis peças, dois universos visuais, uma ruazinha de 165 metros quadrados.
Seis peças, dois universos visuais, uma ruazinha de 165 metros quadrados.
A Chilli Beans não ia só patrocinar o Future Hub: ia ocupar uma ruazinha de trinta por cinco metros e meio dentro da Casa das Caldeiras, com lounge e ativações. Minha entrega era o sistema gráfico que amarrasse tudo, adaptando o key visual da coleção 5 Milímetros em seis peças de formato, material e função completamente diferentes.


Distribuído no lounge durante o festival, ele apresenta a coleção inteira, credita as seis assinaturas e ainda funciona como cupom: quem chegasse na loja com ele em mãos ganhava dez por cento em qualquer produto.
Três funções numa peça só, sem virar bula. A hierarquia resolve: coleção no topo, produto no meio, condição da promoção em corpo menor embaixo, e a chamada fechando.






Três carregam a chamada da coleção sobre o espectro puro. Os outros três entregam o rosto de quem assina cada colaboração. Mesma altura, mesma tipografia, mesma marca no topo, e um alternando com o outro ao longo da ruazinha.
A coleção teve seis assinaturas no total. Estes são os três totens que sobreviveram ao arquivo.






O display de valorização não é uma arte só. São três formatos que se encaixam no móvel: uma faixa superior de 74 por 11 centímetros, um painel inferior de 61 por 47 e duas laterais de 35 por 119.
Cada um recebe um pedaço diferente do espectro, e o corte precisa continuar de uma peça para a outra quando elas ficam lado a lado. É onde o sistema de gradiente deixa de ser estética e vira problema de produção.








A raspadinha tinha três desfechos: um óculos, cinquenta por cento no e-commerce, ou nada. O terceiro é o que mais me interessou desenhar. Perder é a experiência mais provável e costuma receber a peça mais feia da campanha.




Sou designer sênior e diretor de arte, moro no Rio e trabalho com identidade, campanha e sistema visual. Se você tem um projeto em mente, me chama que a gente conversa sem compromisso.
