Gates
Transformo caos em direção visual. Entre o pixel e o palco. Branding, IA, storytelling e barulho.
Sobre
Sete anos. Mais de sessenta projetos. Uma profusão de pensamentos.
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Marcas, campanhas e composições. O que sobrou da fumaça.
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Quando o design pausa, a guitarra começa. Side B.
Entrar na criptaStatus: Open · Q1 2026
Crafted in Rio · 22°54'S
Sobre
Designer Sênior. Músico nas horas vagas, e nas horas mais cheias também.
Sou um designer que encontra sentido em transformar caos em direção visual.
Crio experiências que misturam branding, arte digital e storytelling. Sempre entre o intuitivo e o experimental. Brinco com luz, ritmo e forma. Cada projeto começa como uma faísca: às vezes um sussurro, às vezes um grito.
Hoje uso IA pra ampliar cada ideia, mas sem perder o toque humano que dá vida ao trabalho. A máquina é ferramenta, nunca autoria. A intenção continua sendo minha.
Trabalhei com marcas grandes e projetos pequenos. Direção de arte, identidade, layout, refinamento, prompt design. Mas o que fica é o mesmo de sempre: fazer alguém parar pra olhar.
Quando não estou no Figma, estou com a guitarra. Os dois mundos conversam mais do que parece. Composição é composição, tanto no pixel quanto no palco.
Em números
Habilidades
Ferramentas, técnicas, e formas de pensar visualmente o mundo.
Jornada
Fases
Pedaços de uma trilha. Cada foto é um capítulo silencioso. Aproxime pra acender.




















Clientes
Marcas com as quais cruzei caminho. Em campanhas, identidades, e tudo no meio.
Educação
Quer cruzar caminhos?
Vamos conversar.
Aberto pra projetos, colaborações e ideias estranhas.
Obras
Marcas, campanhas, composições. Cada projeto é um portal. Clique pra ver os detalhes e ir ao Behance.
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O outro lado. Quando o Figma fecha, a guitarra começa.
Música, ruído e silêncio. Outra forma de compor.
"Vivo nessa fronteira entre o pixel e o palco. Toco como quem desenha, desenho como quem grita."
A música entrou cedo e nunca saiu. Foi um caminho paralelo ao design, mas com a mesma raiz: criar atmosfera, contar histórias, transformar emoção em forma. Quando a guitarra entra, a estética é a mesma. Só muda o suporte.
O som é cru, denso, com inclinação ao rock alternativo e a momentos de melancolia ambient. O visual segue junto: pôsteres, capas, identidade. Uma coisa alimenta a outra.
Composições autorais lançadas no Spotify e clipes no YouTube. Ouve aí embaixo.
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